Meu "primeiro inimigo" foram os kobolds, de longe as criaturas mais
"pestes" do universo RPGístico.
Na minha "vida de aventureira",contudo, kobolds tornaram-se apenas lembranças. Os 'lagartixos de caverna' se tornaram (quase) doces memórias, por causa de outro inimigo que vem me atormentando, muito mais traiçoeiro e perigoso: os drow.
Segundo a wikipedia, "drows são elfos corrompidos que habitam cidades subterrâneas.Os drows possuem a pele escura, variando desde negro-obsidiana até um tom ardósia-azulado, cabelos entre o branco e o prateado e olhos normalmente vermelhos (Drizzt possui olhos cor de violeta)."
Eles não tem parecem ter uma história na mitologia humana como os kobolds. Não que precisem.Diferentemente dos pestes kobolds, os drow são criaturas para se temer. Afinal, eles tem muitas das qualidades dos elfos, como agilidade e destreza, e possuem uma afinidade com a magia que os torna imunes a feitiços.
Imaginem ter um mago cheio de bolas de fogo no seu grupo, e descobrir que ele é total e completamente inútil contra o esquadrão drow que está na sua frente...
Imaginem estar no interior de templo antigo, e ser cercado por 3 ou 4 drow, escondidos nas sombras, enxergando a todos nós com a habilidade de enxergar no escuro, lançando - todos eles - magias diversas contra os pobres aventureiros...
Sim, meus amigos, eu tive esse desprazer. Minha clériga vem encontrando repetidamente um grupo liderados por um drow chamado Zildrak, cujo nome já deixou marcas amargas entre nós. Cada um do grupo arrumou questões pessoais contra o 'Zildinho', e temos apanhado feio da criatura, que sempre deixa seus acólitos para se baterem contra nós, enquanto continua rumando para completar seus planos malignos, que incluem sacrifícios humanos.
Felizmente, os encontros com os asseclas do "Zildrak' , apesar de mais frequentes do que eu gostaria, tem rendido muito XP para os aventureiros.
De qualquer forma, de tantos encontros, e de tanto ver planos bem bolados cairem frente à resistencia deles à magia, bem como ao caráter malévolo dessas criaturas desprezíveis, é que coloco os drow no clube de 'seres que eu odeio, odeio, odeio.'
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domingo, 8 de março de 2009
Criaturas das trevas
domingo, 1 de março de 2009
Criaturas pestilentas

Ontem, ao ler o blog de meu amigo Ricardo, me deparei com uma lista de monstros favoritos, e me vi tentada a fazer a minha própria lista.
Depois, pensei bem e resolvi fazer algo diferente.
Assim, iniciarei textos listando e criaturas que se tornam marcantes, não pela sua graça, força ou poder, mas por serem verdadeiras pestes enervantes.
E a criaturinha que melhor se encaixa nesse definição é o KOBOLD.
Em nossa realidade, Kobolds são criaturinhas do folclore alemão. São fisicamente mais parecidos com fadas, mas maiores. Eles vivem em casas, e costumam ajudar seus moradores humanos. Gostam também de pregar peças, sumindo com coisas, por exemplo.
Digamos que Kobolds são os ‘sacis germânicos’.
Há três tipos de kobolds – o ‘caseiro’, o que habita navios, e os que vivem em lugares subterrâneos, especialmente minas.
Pelo que pesquisei, os mineradores de cobalto não sabiam que a extração de cobalto exala materiais tóxicos, e colocavam a culpa pelos problemas de saúde que tinham nas criaturas místicas. Aliás, a palavra “kobold” tem origem na palavra cobalto.
O pessoal responsável pelo Livros dos Monstros de D&D não devem ter ouvido falar dos outros tipos de kobolds, e acabaram descrevendo seres que lembram apenas o terceiro tipo: vivem em cavernas, tem medo doentio de todas as outras criaturas, são traiçoeiros e especialistas em mineração e montagem de armadilhas. A aparência deles lembra répteis humanóides, e os danados se acham descendentes de dragões.
Como são fisicamente frágeis, kobolds trabalham sempre em equipe. Armam emboscadas, e, várias vezes, acabam levando aventureiros incautos diretamente ao covil de criaturas muito mais poderosas. Se os kobolds não podem destruir o grupo, com certeza sabem quem pode fazê-lo.
Kobolds estão entre as criaturas mais fraquinhas no universo D&D, por isso mesmo estão entre os seres mais facilmente colocados como adversários de personagens de baixo nível. Se o mestre quiser, eles poder dar muito trabalho para os jogadores, jogando sujo o tempo todo, e usando seu maior número e união para causar o máximo de dano (e trauma) possível
Não conheço nenhum jogador que, entre o 1-3 nível, não tenha encontrado nenhum kobold em uma aventura.
Eu mesma tive a minha cota de kobolds, na primeiríssima aventura na qual me engajei. E ainda tive a suprema humilhação de receber uma flechada nas nádegas de uma dessas pestes.
O meu desgosto em relação aos kobolds só não é maior porque encontrei UM kobold do qual eu gosto – KABOF, o companheiro da licontropa Puck, a devoradora insaciável.
Depois, pensei bem e resolvi fazer algo diferente.
Assim, iniciarei textos listando e criaturas que se tornam marcantes, não pela sua graça, força ou poder, mas por serem verdadeiras pestes enervantes.
E a criaturinha que melhor se encaixa nesse definição é o KOBOLD.
Em nossa realidade, Kobolds são criaturinhas do folclore alemão. São fisicamente mais parecidos com fadas, mas maiores. Eles vivem em casas, e costumam ajudar seus moradores humanos. Gostam também de pregar peças, sumindo com coisas, por exemplo.
Digamos que Kobolds são os ‘sacis germânicos’.
Há três tipos de kobolds – o ‘caseiro’, o que habita navios, e os que vivem em lugares subterrâneos, especialmente minas.
Pelo que pesquisei, os mineradores de cobalto não sabiam que a extração de cobalto exala materiais tóxicos, e colocavam a culpa pelos problemas de saúde que tinham nas criaturas místicas. Aliás, a palavra “kobold” tem origem na palavra cobalto.
O pessoal responsável pelo Livros dos Monstros de D&D não devem ter ouvido falar dos outros tipos de kobolds, e acabaram descrevendo seres que lembram apenas o terceiro tipo: vivem em cavernas, tem medo doentio de todas as outras criaturas, são traiçoeiros e especialistas em mineração e montagem de armadilhas. A aparência deles lembra répteis humanóides, e os danados se acham descendentes de dragões.
Como são fisicamente frágeis, kobolds trabalham sempre em equipe. Armam emboscadas, e, várias vezes, acabam levando aventureiros incautos diretamente ao covil de criaturas muito mais poderosas. Se os kobolds não podem destruir o grupo, com certeza sabem quem pode fazê-lo.
Kobolds estão entre as criaturas mais fraquinhas no universo D&D, por isso mesmo estão entre os seres mais facilmente colocados como adversários de personagens de baixo nível. Se o mestre quiser, eles poder dar muito trabalho para os jogadores, jogando sujo o tempo todo, e usando seu maior número e união para causar o máximo de dano (e trauma) possível
Não conheço nenhum jogador que, entre o 1-3 nível, não tenha encontrado nenhum kobold em uma aventura.
Eu mesma tive a minha cota de kobolds, na primeiríssima aventura na qual me engajei. E ainda tive a suprema humilhação de receber uma flechada nas nádegas de uma dessas pestes.
O meu desgosto em relação aos kobolds só não é maior porque encontrei UM kobold do qual eu gosto – KABOF, o companheiro da licontropa Puck, a devoradora insaciável.
Digamos que só a ideia de estampar um pijama com a imagem do Kabof foi o suficiente para desmoralizar completamente os kobolds na minha mente.
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